segunda-feira, 19 de agosto de 2013

PROJETO HORTA SUSTENTAVEL

PROJETO HORTA E ALIMENTAÇÃO SAÚDAVEL  E SUSTENTAVÉL
Público Alvo – Destinado a alunos de  5º  a  8º séries
Duração: O projeto se caracteriza por ser uma atividade continuada, portanto, não tem hora ou tempo de duração que possa ser pré-estabelecido. Afinal, uma vez montada a horta é possível imaginar, que a cada ano, novas turmas darão continuidade ao projeto.

Objetivo Geral: Sensibilizar e conscientizar as crianças de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta.

Objetivos Específicos:
·         Despertar o interesse das crianças para o cultivo de horta e conhecimento do  processo de germinação;
·         Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos;
·          Conscientizar da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo;
·          Degustação do alimento semeado, cultivado e colhido;
·   Criar, na escola, uma área verde produtiva pela qual, todos se sintam responsáveis;
·   Estimular os alunos a construírem seu próprio conhecimento no contexto  interdisciplinar;
·        Contextualizar os conteúdos aos problemas da vida urbana;
·        Construir a noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a
sustentação da vida em nosso planeta.

Justificativa:
Um número crescente de educadores tem refletido e muitas vezes buscado cumprir o importante papel de desenvolver o comprometimento das crianças com o cuidado do ambiente escolar: cuidado do espaço externo e interno da sala ou da escola, cuidado das relações humanas que traduzem respeito e carinho consigo mesmo, com o outro e com o mundo. A reflexão sobre o ambiente que nos cerca e o repensar de responsabilidades e atitudes de cada um de nós, gera processos educativos ricos, contextualizados, significativos para cada um dos grupos envolvidos. Neste contexto, o cultivo de hortas escolares pode ser um valioso instrumento educativo.
O contato com a terra no preparo dos canteiros e a descoberta de inúmeras formas de vida que ali existem e convivem, o encanto com as sementes que brotam como mágica, a prática diária do cuidado – regar, transplantar, tirar matinhos, espantar formigas é um exercício de paciência e perseverança até que a natureza nos brinde com a transformação de pequenas sementes em verduras e legumes viçosos e coloridos.
Hortas escolares são instrumentos que, dependendo do encaminhamento dado pelo educador, podem abordar diferentes conteúdos curriculares de forma significativa e contextualizada e promover vivências que resgatam valores.
Valores tão bem traduzidos no livro Boniteza de um Sonho, do professor
Moacir Gadotti : “Um pequeno jardim, uma horta, um pedaço de terra, é um microcosmos de todo o mundo natural. Nele encontramos formas de vida, recursos de vida, processos de vida. A partir dele podemos reconceitualizar nosso currículo escolar. Ao construí-lo e cultivá-lo podemos aprender muitas coisas. As crianças o encaram como fonte de tantos mistérios! Ele nos ensina os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a sobrevivência, os valores da paciência, da perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da renovação”.
Introdução:
As atividades ligadas ao uso do solo tais como revolver a terra, plantar,  arrancar mato, podar, regar não só constituem ótimo exercício físico como representam uma forma de aprendizado saudável e criativo, tal qual o contato com as coisas da natureza. Este projeto procura presentar atividades que despertem o interesse do aluno no cuidado com o ambiente.
Neste projeto, as pessoas devem atuar sempre com muita responsabilidade e compromisso.
Os alunos devem estar presentes na maioria das etapas e atividades desenvolvidas na horta, tais como: seleção das espécies a serem cultivadas, plantio, cuidados com a horta e colheita.
Os professores devem auxiliar os alunos no desenvolvimento e manutenção da horta e na supervisão dos trabalhos..
Resultados previstos:
_ Maior integração do corpo docente;
_ Melhora no nível de socialização do aluno;
_ Desenvolvimento das habilidades específicas do aluno;
_ Melhora do nível de higiene do ambiente escolar;
_ Conscientização da necessidade de conservação dos recursos naturais.
As turmas envolvidas no projeto poderão realizar pesquisas sobre:
_ O solo, o clima e os alimentos;
_ Os alimentos e o seu valor nutricional;
_ A importância do solo na reprodução de alimentos;
_ Os cuidados com a preparação do solo;
_ Alimentos e seu valor nutricional;
_ Receitas pesquisadas junto a familiares e outras pessoas da comunidade que contenham os alimentos cultivados na horta;

Para implantar o projeto na sua escola, você vai precisar de:
_ Um terreno para desenvolver a horta.
_ Apoio dos alunos, dos outros professores e da comunidade.
_ Recursos como adubos, sementes e ferramentas necessárias ao
cultivo de hortaliças.( pazinhas, rastelos e regadores apropriados para crianças

As vantagens de ter uma horta em sua escola:
_ Fornece vitaminas e minerais importantes à saúde dos alunos.
_ Permite a colaboração dos estudantes, enriquecendo o conhecimento deles.
_ Estimula o interesse das crianças pelos temas desenvolvidos com a horta.

Procedimentos:
O planejamento do projeto deve ser feito de modo que os alunos acompanhem todas as etapas do cultivo, participando diretamente de cada uma delas.
A cada semestre, pode ser escolhida uma verdura para ser cultivada. Mas, antes que os alunos comecem a ter contato com a terra e as sementes, é importante que o professor procure envolvê-los em uma atividade lúdica que desencadeie a questão do cultivo.

1ª etapa:
·          Visitação à horta:
·         Reconhecimento do espaço em que será feito o plantio. Nesta etapa, os professores devem aproveitar para conversar com os alunos, abordando questões como o que é uma horta, para que serve e o que podemos plantar nela.
·         Exploração do espaço da horta, mostrando suas partes e os instrumentos que serão utilizados para a semeadura ,como manusear, com segurança, o rastelo , a pá, o regador

Preparação da terra:
Depois de uma aula sobre plantio, os alunos começam a preparar a terra afofando-a, desmanchando os torrões que se formam e molhando-a.


2ª etapa:
·         Apresentação do que será plantado (explicar às crianças as características e o valor nutricional do alimento e para que servem as vitaminas que estão contidas nele,a experimentação da verdura , conhecer o gosto do alimento para tanto, deve ser preparado algo para degustação.


3ª etapa:
·          Plantio ( Os alunos deverão ser "apresentados" à semente que será plantada. Em seguida, fazem as covas para colocação da semente. Depois da plantação, os professores devem combinar com a turma o espaço de tempo em que será feita a rega e a limpeza dos canteiros.)


4ª etapa:
·         Acompanhamento da plantação. ( a época de crescimento da plantação,observação do crescimento da semente, limpeza e rega dos canteiros.


           5ª etapa:
·          Colheita
·         Experimentação ( A fase final do projeto deve ser encarada como uma festa
onde todas as turmas se reúnem para comer o que plantaram.

. A vivência deste projeto é uma experiência muito rica para os alunos, instiga a curiosidade deles e introduz noções de Ciências Naturais desde a Educação  Ensino Fundamental.

Tempo para transplante:
·          Alface e chicória: assim que apresentar de quatro a seis folhas;
·         Couve, repolho e cebolinha: 30 dias
·         Época de colheita:
·          Rabanete: 35 dias;
·          Alface, chicória, almeirão e rúcula: 40 dias;
·          Espinafre: 60 dias;
·          Salsa: 70 dias;
·         Beterraba e cenoura: 90 dias.
Rega:
·         É um dos principais momentos do cultivo de uma horta. Sem a rega, é  impossível o bom desenvolvimento de qualquer planta. Ela deve ser feita de manhã bem cedo. No caso de dias muito quentes, regue também no final da tarde. Em regiões de clima mais ameno, uma rega ao dia é suficiente. O solo do canteiro ou a terra da sementeira deve receber água de maneira uniforme, até que infiltre abaixo das sementes ou raízes, sempre tomando cuidado
para não encharcar a terra.

Colheita:
·   É feita de duas maneiras: arranco e corte. Para alface, chicória, mostarda, beterraba, cenoura e rabanete, basta arrancar. Salsa, cebolinha e rúcula devem ser cortadas três dedos acima do solo Se a salsa e a cebolinha forem cortadas corretamente, poderão ser colhidas muitas vezes. Rúcula e almeirão, no entanto, podem ser colhidos, no máximo, sete vezes.
·         O almeirão deve ser cortado rente ao solo. No caso do espinafre, deve-se cortar apenas os ramos maiores. Para a couve, retire as folhas maiores com cuidado para não danificar os brotos centrais. Tanto o espinafre quanto a couve podem ser colhidos diversas vezes.

Controle de pragas e doenças:

·        Para evitar o aparecimento de pragas e doenças, alguns cuidados devem ser tomados. O ideal é não cultivar uma única hortaliça no canteiro, pois cada planta retira um tipo de nutriente do solo e atrai um diferente tipo de praga.
·         Nas bordas dos canteiros, cultive salsa, cebolinha e coentro. Eles funcionam como repelentes para alguns bichinhos acostumados a atacar as hortaliças. Numa metade, cultive alface.
Na outra, beterraba. Esse procedimento ajuda a equilibrar a retirada das vitaminas do solo e confunde os bichinhos que atacam as plantas pelo cheiro, cor e forma das folhas. O cultivo de ervas medicinais, como melissa, capim-cidreira, poejo, hortelã, menta e boldo ao redor da horta, também é muito eficaz para espantar algumas pragas. A erva-doce atrai para si o pulgão que costuma atacar a couve. Se houver poucas plantas de couve na horta, pode-se fazer a lavagem das folhas retirando todos os pulgões. Se não resolver, o ideal é aplicar a calda de fumo.

PROJETO "HORTA" SUSTENTABILIDADE








quinta-feira, 20 de junho de 2013

PLANO CARTESIANO - Prof(a) Elaine Maria de Oliveira Bizzio

Apresentação do Projeto:
 Este projeto pretende desenvolver o plano cartersiano muito além da batalha naval.
Elaborado por :Elaine Maria de Oliveira Bizzio
Área de Conhecimento:
Matemática
Justificativa:
Tendo em vista a grande dificuldade apresentada pelos alunos do Ensino fundamental, recorremos ao plano cartesiano para facilitar a aprendizagem e estimulá-los a gostar de matemática.
Público Alvo:
8º ano
Objetivo Geral:
Introduzir o conteúdo usando a batalha naval um jogo de tabuleiro onde venha descobrir, por meio de localização dada por uma letra e um número, onde estão as embarcações do adversários.
Objetivo Específico:
Analisar a marcação usada pelo Geogebra, refletir sobre ela e reproduzir-la no papel;
Compreender que a ordem dos números influencia a localização do ponto;
Compreender que os pontos podem estar localizados sobre um dos eixos;
Aprofundar o uso do plano cartesiano.
Cronograma:
12 aulas
Metodologia:
Papel quadriculado;
Lápis;
Borracha;
Régua;
Lousa;
Giz.
Avaliação:
Contínua e diagnóstica.
Referência Bibliografica:
Revista Nova Escola. Abril 2013

PLANO DE ENSINO Melhor Gestão Melhor Ensino Questão Discursiva- Modulo-3

PLANO DE ENSINO
Melhor Gestão Melhor Ensino
Questão Discursiva- Modulo-3


DISCIPLINA:     Matemática                                                                                  
SÉRIE:      8ª  Série / 9º Ano            BIMESTRE(s) :       2º                    
PROFESSOR: GERALDO CAMINHAS NETO



CONTEÚDOS

TEMAS

AULAS PREVISTAS
  • Equações do 2º grau: resolução e problemas
  • Noções básicas sobre função; a ideia de interdependência
  • Construção de tabelas e gráficos para representar funções de 1º e 2º graus


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OBJETIVOS
·          Objetivos:Conceituar equações do 2º. Grau; Resolver equações do 2º. grau incompletas;
  • Resolver equações completas do 2º. Grau;
  • Discutir as raízes de equação do 2º. Grau;
  • Resolver equações fracionárias; Resolver equações literais;
  •  Conteúdos: Equações do 2º. Grau Conceito; Equações completas ou incompletas;
  • Resolução de equações incompletas do 2º. Grau; Resolução de equações completas do 2º. Grau;
  • Discussão de raízes; Equações fracionárias; Equações literais;


COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

  • -Compreensão da equação do 2º grau como uma pergunta e capacidade de expressão de tal pergunta em termos algébricos
  • -Compreensão das técnicas necessárias para a resolução de uma equação do 2º grau
  • -Contextualização das noções aprendidas sobre a resolução de equações do 2º grau
  • -Compreensão da ideia de proporcionalidade, uma das mais fundamentais da matemática
  • -Expressão da proporcionalidade direta por meio de diferentes linguagens
  • -Contextualização da ideia de proporcionalidade em diferentes situações-problema
  • -Compreensão de situações de proporcionalidade direta, inversa, e de não proporcionalidade, expressão gráfica das situações acima referida
  • -Compreensão das diferenças fundamentais entre a proporcionalidade direta e os diversos tipos de interdependência

  • MAPEAMENTO
  • H-01
  • Reconhecer a  fórmula diferentes  das técnicas necessárias para a resolução de uma equação do 2º grau . (GI)
  • H-02
  • Identificar  a Equação do 2º Grau como uma pergunta e capacidade de expressão de tal pergunta em termos algébricos associada a diferentes significados. (GI)
  • H-03
  • Reconhecer as representações  da Equação do 2º Grau Complete e Incompleta. (GI)
  • H-10
  • Efetuar cálculos que envolvam  equação do 2º grau, situações problemas (GII)
  • H-15
  • Resolver problemas com números racionais que envolvam as operações (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação) aplicando a Equação do 2º grau.(GIII)
  • H-16
  • H16 Resolver problemas que envolvam representação de gráficos, crescente e decrescente.(GIII)



METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS

  • Resolução de situações-problema com a participação dos alunos

  • Exposição dialogada

  • Resolução de problemas sugeridos no caderno do professor e Resolução de Exercícios e Problemas no Caderno do Aluno

  • Trabalho em grupo

  • Apresentar equações
  • situações contextualizadas

  • Apresentar uma coleção de problemas sobre equações do 2º grau

  • Leitura da História de Baskára

  • Filme sobre a História de Baskára







RECURSOS
·         Caderno do aluno; Caderno do Professor
·         Giz e lousa;
·         Jornais e revistas;
·         Cópias de textos;
·         Livro didático;
·         Utilização da sala do acessa escola;
·         Internet.
·         Note Book
·         Projetor
·         Apresentação de Slides com  animação de Resolução da Equação   do 2º grau, Gráficos




AVALIAÇÕES

  • A avaliação é diagnóstica , Contínua e Intensiva l; sendo parte integrante do processo ensino-aprendizagem. A avaliação será contínua: consistindo em ensinar, verificar, avaliar e retificar imediatamente, sempre que necessário;
  • Será realizada através de: Aquisições  Trabalhos individuais e em grupos, Observação contínua, Provas objetivas, Atividades de consulta, Uso de Entrevistas, Análise das produções dos alunos, Trabalhos práticos.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

PLANO DE AULA ELABORADO NO ENCONTRO PRESENCIAL

PLANO DE AULA ELABORADO NO ENCONTRO PRESENCIAL
Margarete Aparecida Tino Dellaqua




I – IDENTIFICAÇÃO

DISCIPLINA: MATEMÁTICA

MODALIDADE DE ENSINO:  ENSINO FUNDAMENTAL  REGULAR

PÚBLICO ALVO: 7ºANO/ 6ª SÉRIE

DURAÇÃO: UMA SEMANA




II –OBJETIVOS:

Desenvolver no aluno a capacidade de classificar, organizar, coletar dados, apresentar informações, construir e analisar tabelas e gráficos.


III – JUSTIFICATIVA:

Entendendo – se que a Matemática se faz presente em diversas atividades do dia a dia e se faz necessária as nossas vidas e oferece ao homem situações que possibilitam o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e da capacidade de resolver problemas pretende-se com o tema”Tratamento da Informação de Gráficos e Tabelas” proporcionar aos aluno condições para que ele seja capaz de organizar informações através de critérios de classificação e fazer usos de diferentes linguagens para apresentar informações, valorizando a leitura atenta e seletiva dos dados disponíveis em uma tabela e saber identificar o gráfico adequado para apresentar um conjunto de dados e informações.



IV - CONTEÚDOS:

TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO DE GRÁFICOS E TABELAS


V – METODOLOGIA DE ENSINO:

·         Propor a apresentação de dados em tabelas de formas predefinidas;
·          Analisar tabelas com dados de relevância social de forma que favoreçam a interdisciplinaridade e a abordagem dos temas transversais;
·         Resolução de situações-problema;
      Propor perguntas que possibilitem a explorar a ideia de porcentagem a partir dos dados      
      de uma tabela ou o enunciado de um problema.

VI – RECURSOS DIDÁTICOS A SEREM UTILIZADOS

·         Caderno do aluno;
·         Giz e lousa;
·         Jornais e revistas;
·         Cópias de textos;
·         Livro didático;
·         Utilização da sala do acessa escola;
·         Internet.


VII – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – ( FORMAS DE ACOMPANHAMENTO DO ALUNO DURANTE O ANO)

Será contínua e diagnóstica durante todo o processo de aprendizagem, com registros dos avanços e dificuldades dos alunos.




VIII – AÇÕES DE RECUPERAÇÃO CONTÍNUA

Será contínua no decorrer das aulas, com ajuda do professor auxiliar por orientações e atividades diversas adaptadas as dificuldades, competências e habilidades elencadas na avaliação diagnóstica do aluno, privilegiando situações significativas no qual os alunos são levados a exercer sua criatividade e desenvolver o raciocínio lógico e construir conceitos.


IX – INTERVENÇÕES DO RESULTADO DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO

Todos os elementos conceituais relativos aos conteúdos da avaliação da aprendizagem em processo serão retomados e trabalhados por meio de exercícios exemplares, resolução de situações problemas, tendo em vista uma aproximação efetiva entre as técnicas resolutivas e os significados dos conceitos envolvidos.

terça-feira, 11 de junho de 2013

PLANO DE AULA 6º SÉRIE- 7ºANO

PLANO DE ENSINO

DISCIPLINA:   MATEMÁTICA                                                                                              ENSINO: (   X    ) FUNDAMENTAL         (       ) MÉDIO


SÉRIE: 6ª Série - 7º Ano                 TURMA:   B                                                           BIMESTRE(s) :    1°                    PERÍODO:  MANHà              ANO LETIVO: 2013

PROFESSOR:   
CONTEÚDOS
TEMAS
AULAS PREVISTAS
Investigando sistemas de numeração: Do Egito ao computador.
2 semanas
Frações e Decimais: Um casamento com significado.
2 semanas
Multiplicação e Divisão com Frações.
2 semanas
Números Negativos: Desvendando as regras de Sinais.
2 semanas e meia.






























COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Reconhecer por meio da história dos sistemas de numeração a construção de idéias e do conhecimento matemático; estabelecer comparações entre sistemas de numeração iden-
tificando semelhanças e diferenças entre eles; decodificar a estrutura lógica da escrita matemática; transpor idéias relacionadas à base de um sistema de numeração para 
aplicações  práticas na computação(sistema binário).
Estabelecer relações entre conceitos e linguagens: frações e decimais, novos significados para fração e decimais.
Ampliar as operações  aritméticas com frações resolvendo problemas com multiplicação e divisão; fazer transferência entre linguagens e identificar operações de multiplicação
e  divisão com frações em contextos concretos, utilizar a idéia de equivalência como um recurso na resolução de problemas aritméticos com frações; compreender o uso do
conectivo “de” na linguagem escrita/oral quando associado a uma operação com frações.
Identificar a insuficiência dos naturais para a resolução de novos problemas; compreender significados associados  à escrita dos números negativos, bem como operações e
expressões envolvendo números negativos; compreender a idéia de ordenação com números negativos; estabelecer correspondência entre situações concretas e contextos
matemáticos que justifiquem o uso de números negativos.





METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS
Resolução de situações-problema.
Resolução de situações-problema; uso de malhas quadriculadas e de figuras.
Resolução de situações-problema, uso de figuras (barras particionadas)
Resolução de situações-problema, uso de jogos e recursos lúdicos.















RECURSOS
  Caderno do professor, Caderno do aluno ,livro didático, revista do professor;
  Texto, softwares, sites, vídeos, entre outros.
   Pesquisas em revistas, panfletos, jornais e confecção de cartazes.





AVALIAÇÕES
   Avaliação diagnóstica, contínua e intensiva.
   Trabalhos elaborados individuais e em grupo;
   As avaliações foram aplicadas no final de cada situação de aprendizagem (alguma individual e outras em grupo).



RECUPERAÇÕES
 Retomar atividades relacionadas à interpretação do significado das situações-problema.
 Investigação dos conteúdos estudados.
 Dar oportunidade ao aluno , nos conteúdos na qual apresentou maiores dificuldades.